Historicamente, muito pouca pesquisa se concentrou na prevalência de ansiedade e distúrbios relacionados em minorias étnicas, particularmente de descendência africana. Felizmente, a maré mudou para melhor, com mais trabalhos sendo realizados nesta área. Nesse sentido, muitos estudos descobriram que adultos e crianças negras desenvolvem mais sintomas de fobias específicas do que crianças brancas.